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11/09/2011

Protesto no Consulado japonês em São Paulo

07
Set
2011

Protesto no Consulado japonês em São Paulo contra a matança de golfinhos em Taiji

Todos os anos, mais de 20 mil golfinhos são mortos em Taiji no Japão para serem vendidos como alimento. Alguns escolhidos são capturados vivos para serem exportados e viverem uma vida de privação e miséria em aquários e parques de entretenimento em todo o mundo. A única coisa que o governo japonês faz em relação a essa prática é tentar escondê-la do mundo impedindo que ela seja filmada e não se pronunciando sobre o assunto.
O VEDDAS esteve presente em frente ao consulado japonês em São Paulo para protestar contra o início da temporada de matança de golfinhos em Taiji, Japão. Como resulatdo, pudemos informar dezenas de pessoas que passavam pela região, inclusive os que dividem o mesmo prédio com o consulado japonês e conseguimos um encontro com o assistente de cultura do cônsul japonês, a quem pudemos expressar pessoalmente a nossa indignação e assim aumentar a pressão internacional para que o governo japonês ponha fim a essa prática.
Faça a sua parte: Não frequente aquários e parques que mantêm animais em cativeiro, escreva para os consulados ou embaixada do Japão expressando a sua indignação. Proteste!
O vídeo do protesto no Consulado japonês em São Paulo contra a matança de golfinhos em Taiji pode ser visto aqui:
Todos os anos, mais de 20 mil golfinhos são mortos em Taiji no Japão para serem vendidos como alimento. Alguns escolhidos são capturados vivos para serem exportados e viverem uma vida de privação e miséria em aquários e parques de entretenimento em todo o mundo. A única coisa que o governo japonês faz em relação a essa prática é tentar escondê-la do mundo impedindo que ela seja filmada e não se pronunciando sobre o assunto.
O VEDDAS esteve presente em frente ao consulado japonês em São Paulo para protestar contra o início da temporada de matança de golfinhos em Taiji, Japão. Como resulatdo, pudemos informar dezenas de pessoas que passavam pela região, inclusive os que dividem o mesmo prédio com o consulado japonês e conseguimos um encontro com o assistente de cultura do cônsul japonês, a quem pudemos expressar pessoalmente a nossa indignação e assim aumentar a pressão internacional para que o governo japonês ponha fim a essa prática. Faça a sua parte: Não frequente aquários e parques que mantêm animais em cativeiro, escreva para os consulados ou embaixada do Japão expressando a sua indignação. Proteste! 

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