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03/09/2012

Guia: Ideias de reutilização de canudos descartados


Quando usamos canudos plásticos para beber um refrigerante ou suco, geralmente, jogamos fora em qualquer lixo, ou pior, em vias públicas, sem a separação devida de materiais plásticos.
Mas, além de lixo, você sabe que existe alternativa sustentável para reutilização dos canudos? Ele pode ser transformado, com um pouco de paciência e criatividade, em peças utilitárias. Conheçam algumas delas.
Porta guardanapo
Você pode organizar sua mesa utilizando esta excelente ideia de porta guardanapos feito de canudos. É bem simples de fazer. Você vai precisar de um punhado de canudos de refrigerantes, tintas spray branca e, neste caso, vermelha, cordão de elástico com agulha de bordar e estilete afiado. Então basta cortar os canudos em pequenos pedaços, furá-los e inserir o elástico.
Luminária
Os materiais reciclados sempre nos trazem algumas ótimas ideias para decoração, a exemplo dessa luminária feita inteiramente de canudinhos coloridos.
Criada pelo designer Scott Jarvie, ele usou centenas de canudinhos para criar esta peça, uma decoração super interessante inspirada na estrutura das árvores.
Enfeites
Essa opção é bem simples e pode ser usada para decorar o quarto e também como decoração de festas. Para chegar nestas formas geométricas, você vai precisar contar com o auxílio de linha grossa e uma agulha de costura.
Jarro e flores
Um pote reciclado, cola, canudos e fitas, é só o que você vai precisar para ter em casa essa linda opção de jarro, que une beleza e sustentabilidade.
Com um pouco mais de técnica, é possível também criar flores para complementar a beleza dos jarros feitos de canudo.
Fonte: EcoD
Guia: Ideias de reutilização de canudos descartados
Guia: Ideias de reutilização de canudos descartados

Leaf house: minicasa ecológica viaja com o dono


Quem gosta de viajar por longos períodos sabe que nosso lar doce lar pode se tonar um problema. O que fazer com o apartamento, durante os seis, doze meses passados fora? Para o canadenses Laird Herbert, de 28 anos, isso deixou de ser uma preocupação.
Entusiasta do meio ambiente e de aventuras, o rapaz projetou uma casa sobre quatro rodas para carregar para onde bem entender. Minimalista, prática e ecológica, a Leaf House é construída com materiais sustentáveis e pode acomodar uma família de até quatro pessoas.
Por ser compacta, ela é menos dispendiosa com aquecimento, refrigeração e energia em geral. A estrutura vem equipada com lâmpadas LED (mais econômicas que as convenconais), janelonas largas que facilitam a entrada de luz e ar fresco, além de paineis solares no teto, que ajudam a poupar recursos naturais.
Dentro do trailer em miniatura, há espaço para uma sala de estar com sofá-cama loft, sala de jantar, cozinha completa e banheiro com direito até a banheira. Essa é a segunda micro casa feita pelo jovem, que abriu um negócio próprio para comercializar a Leaf House, que custa entre 30 e 60 mil dólares, segundo informações de seu site oficial.
Fonte: Planeta Sustentável
Leaf house: minicasa ecológica viaja com o dono
Leaf house: minicasa ecológica viaja com o dono

15/08/2012

Richard O'Barry - Exemplo de pessoa que faz a diferença. Te admiro demais.


Nós podemos fazer isso mudar. Você pode.


Assista o filme The Cove e entenda porque esse filme ganhou como melhor documentário em 2009:

5 coisas que vc pode fazer agora p/ajudar na campanha salve os golfinhos japão

fonte: http://www.takepart.com/cove


O segredo está fora.Espalhe a Palavra.

A HISTÓRIA

The Cove expõe o abate de mais de 20.000 golfinhos e botos da costa do Japão a cada ano, e como sua carne, contendo níveis tóxicos de mercúrio, é vendida como alimento no Japão e outras partes da Ásia, muitas vezes rotulados como carne de baleia. A maioria do mundo não está ciente de que isso está acontecendo.

A SOLUÇÃO

O foco da Campanha de Ação Social para The Cove é criar consciência mundial desta prática anual, bem como os perigos de comer frutos do mar contaminados com mercúrio, e para pressionar os detentores do poder para pôr fim ao massacre.

OS RESULTADOS

Ele está trabalhando. O filme tem vindo a fazer ondas, uma vez que estreou no ano passado. Elogios da crítica e prêmios de audiência em todo o mundo chamaram a atenção internacional sobre Taiji e as unidades anuais de golfinhos ao largo da costa do Japão. Sob intensa pressão, Taiji chamada para uma proibição temporária de matar golfinhos em 2009. O filme, originalmente rejeitado no Festival de Cinema de Tóquio, foi finalmente mostrado devido ao clamor público, e já apareceu nos cinemas no Japão. Residentes em Taiji estão sendo testados para o envenenamento por mercúrio, e pela primeira vez a mídia japonesa está cobrindo o assunto.
Mas o esforço precisa continuar. Em 1 de setembro, a seis meses a temporada de caça de golfinhos aberto novamente, e os pescadores em Taiji plano para levar para a enseada, apesar da pressão internacional.Especialistas dizem que a conscientização, educação e persistência são necessários para, eventualmente, mudar a maré.
1,4 mm pessoas assinaram a petição para acabar com a matança, mas este é apenas o começo. A caçada continua. Descubra o que você pode fazer para ajudar.

SAIBA MAIS SOBRE GOLFINHOS EM CATIVEIRO

Leia o nosso guia sobre mamíferos marinhos em cativeiro , assista ao vídeo abaixo e descubra hotspots de caça e ver o que você pode fazer para ajudar.

JUNTE-SE A RICHARD O"BARRY PARA O INÍCIO PROTESTOS CONTRA A TEMPORADA DE CAÇA NO TAIJI JAPÃO


FONTE: http://translate.googleusercontent.com/translate_c?depth=1&hl=pt-BR&prev=/search%3Fq%3DTakePart.com/TheCove%26hl%3Dpt-BR%26biw%3D1517%26bih%3D701%26prmd%3Dimvns&rurl=translate.google.com.br&sl=en&twu=1&u=http://savejapandolphins.org/blog/post/join-ric-for-start-of-taiji-hunt&usg=ALkJrhhRzTr03NpKku17rD5q0vyYWZrOrg

JUNTE-SE RIC PARA O INÍCIO DO TAIJI CAÇA

23 julho de 2012 por Ric O'Barry, Earth Island Institute
Por Ric O'Barry 
Diretor 
Projeto Golfinho 
Earth Island Institute

Eu vou estar retornando a Taiji em 01 de setembro, com apoiantes internacionais para o primeiro dia da temporada de caça ao novo golfinho.
Convido você a se juntar a mim e outros membros de nossa Projeto Golfinho / Salvar Japão Equipe Dolphins para esta missão pacífica.Ajude-nos a manter a caça de golfinhos no olho do público, para que haja um futuro para golfinhos no Japão que está livre de sua captura, o abate ea exploração. Também vamos continuar a expor os perigos da carne contaminado com mercúrio consumindo golfinho, que ninguém no mundo deveria estar comendo. 
Nossa viagem de 6 dias inclui chegada em Osaka (um dia), passear em Osaka (um dia), ônibus até Taiji com paradas de interesse (um dia), uma cerimônia e outros eventos na Cove em 01 de setembro (um dia ), um dia de passeio no local além de discussões sobre as questões (um dia), o retorno de ônibus para Osaka (um dia), voar para casa. 
Todos os participantes são responsáveis ​​por suas próprias despesas, incluindo passagens aéreas viagens de ida e volta para Osaka, hotéis, refeições e acessórios. Estaremos oferecendo serviço de ônibus de Osaka para Taiji e para trás, e nós podemos ajudar com reservas de hotel. 
Todos os indivíduos menores de 18 anos de idade devem estar acompanhados pelos pais ou responsável. 
Japão é a cura de um dos desastres mais devastadores de nossa época. Nós encorajamos sensibilidade extra e respeito durante este período particularmente difícil para a nação.
Nosso trabalho em Taiji permanece estritamente não-confrontacional e legal. Nós não vamos tolerar nenhum tipo de hostilidade contra os japoneses, ações que poderiam ser vistos como anti-japonês ou qualquer interferência ou invasão no Cove por qualquer um dos nossos apoiantes. Por exemplo, nós cooperamos com a polícia local e obedecer todas as leis, por isso não queremos prejudicar esse relacionamento, nem pôr em perigo a nossa Campanha no Japão.
Como você sabe, houve sérios danos aos japoneses usinas nucleares perto de Fukushima. Este acidente incluiu as descargas de radiação no ar e água. Enquanto Taiji é uma distância considerável de Fukushima e, assim, parece a salvo de tais efeitos, até agora, existem questões sem resposta sobre o que a contaminação de radiação medida é um problema. Por exemplo, você não será capaz de dizer onde seu alimento vem ou se é absolutamente seguro para comer (a menos que você trazer o seu próprio). Esta é uma realidade em todo o Japão agora. Acreditamos que o perigo é pequeno, mas você precisa considerar sua própria saúde e segurança, se você planeja viajar com a gente.
Há sempre uma pequena chance vamos ter de cancelar os nossos planos devido a circunstâncias além de nosso controle, então nós o incentivamos a ser flexível em seus planos de viagem. É altamente recomendável que você fixar o seguro cancelamento de viagem quando efectuar a sua reserva de linha aérea.
Para maiores informações, entre em contato com Mary Jo arroz o mais cedo possível em mjrice@earthisland.org. Ela pode enviar mais informações se você estiver interessado em um assento no ônibus para Taiji. 
Se você não pode viajar para o Japão, por favor, considerar juntar-se ou organizar um evento no Japão Dia dos golfinhos na sua área: 
O mapa de eventos em todo o mundo: 


Nossa Japão Dia dos golfinhos Faz página: 
http://www.causes.com/causes/623069-celebrate-japan-dolphins-day 
Obrigado por encontrar uma forma de defender os golfinhos no Japão Dia dos golfinhos. É animador ver como suporte está crescendo em todo o mundo para acabar com essa morte brutal e sem sentido.

Fotos por Mark J. Palmer, Earth Island Institute. 

13/08/2012

V Colóquio de Pesquisadores em Educação Ambiental da Região Sul (V CPEASul)


próximo evento já em vista...dia 25 a 28/09/2012
V Colóquio de Pesquisadores em Educação Ambiental da Região Sul (V CPEASul)

http://cpeasul.blogspot.com.br/p/programacao.html


Histórico

A primeira edição do Colóquio de Pesquisadores em Educação Ambiental da Região Sul – CPEASul foi realizada em setembro de 2003 na Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI, na cidade de Itajaí, Santa Catarina, no II Simpósio Sul Brasileiro de Educação Ambiental (II SSBEA). Promovida pelos PPGE da UNIVALI e PPG Mestrado e Doutorado em Educação Ambiental da Universidade Federal de Rio Grande, envolveu 250 participantes. Os 11 artigos dos convidados foram debatidos em 5 eixos temáticos e publicados no livro “Pesquisa em Educação Ambiental: pensamentos e reflexões de pesquisadores em Educação Ambiental” (TAGLIEBER & GUERRA, 2004).


O II CPEASul foi realizado de 4 a 7 de outubro de 2004 na Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI – Campus de Erechim, durante o III Simpósio Gaúcho de Educação Ambiental (III SIGEA). Os trabalhos convidados e das conferências e mesas-redondas do III SIGEA foram publicados no livro “Educação Ambiental e compromisso social: pensamentos e ações” (ZAKRZEVSKI & BARCELOS, 2004).


O III CPEASul foi realizado de 3 a 5 de novembro de 2008 na Universidade Luterana do Brasil - ULBRA em Canoas, RS, integrado à programação  do XV Simpósio Sulbrasileiro de Ensino de Ciências – SSBEC. Foram 103 participantes, dentre os quais pesquisadores e estudantes da Pós-Graduação de 15 universidades - sendo duas da região Norte (UERR e UNIVIRR de Roraima) e uma da região Nordeste (UFPb), 4 Centros Universitários, 2 escolas Agrotécnicas, o SENAC, além de professores do ensino fundamental da região metropolitana de Porto Alegre. Os artigos foram publicados na Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental da FURG (v. especial, dezembro de 2008), sob a coordenação de Antonio Fernando S. Guerra (UNIVALI), Isabel Cristina de Moura Carvalho (ULBRA) e Humberto Calloni (FURG).


Já a última edição do CPEASul, a IV, ocorreu no campus de Balneário Camboriú, Santa Catarina, promovido pela Universidade do Vale do Itajaí - Univali, no período de 23 a 25 de setembro do ano 2010 e contou com a temática: “Diálogos sobre sustentabilidade: desafios aos educadores frente às mudanças climáticas” e ainda fez parte das comemorações dos 10 anos do Programa de Mestrado Acadêmico em Educação – PPGE, da Univali. Vale destacar o público de mais de 500 pessoas de diferentes cidades da região.


As mesas dos Grupos de Trabalho foram organizadas em co-participação com os seguintes Programas de Pós-Graduação de Instituições de Ensino Superior dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul que atuam no campo educacional e ambiental: Universidade Federal de Rio Grande (FURG); Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS); Universidade do Oeste Catarinense (UNOESC - Joaçaba); Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul); Universidade Federal do Paraná (UFPR); Universidade Federal da Fronteira Sul (UFS); Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); Universidade Estadual de Maringá (UEM); Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos); Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUI; Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI, dentre outras dos três Estados do Sul.


O evento contou com o apoio da FAPESC e os seguintes apoios: Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental, por meio da Coordenação Geral de Educação Ambiental do Ministério da Educação – CGEA – MEC, Diretoria de Educação Ambiental – DEA – MMA; GT de Educação Ambiental da ANPED; WWF Brasil; Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental – REASul; Projeto Sala Verde; Fundação Ambiental Área Costeira de Itapema (FAACI), Fundação de Meio Ambiente de Itajaí (FAMAI); Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Balneário Camboriú; Projeto Piava; Itaipú Binacional; Rede Linha Ecológica e Rede Paranaense de Educação Ambiental.




O Encontro e Diálogos com a Educação Ambiental - EDEA surgiu da iniciativa dos alunos do Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental – PPGEA/FURG, que sentiram a necessidade de refletir sobre o quefazer do educador ambiental.


A relação entre teoria e prática da pesquisa em EA e a reflexão acerca do papel do educador diante dos acontecimentos ambientais, foram temas da primeira edição do evento, que ocorreu de 15 a 31 de outubro de 2008, reunindo docentes e discentes do PPGEA, o Núcleo de Estudos e Monitoramento Ambiental (NEMA) e representantes do Ministério do Meio Ambiente. O encontro possibilitou a discussão sobre o processo de constituição dos educadores e pesquisadores ambientais, incitando a reflexão sobre a sintonia entre as demandas da crise ambiental e os fundamentos do Programa.


Em 2010 foi realizado o II EDEA com a proposta de repensar resultados teóricos e práticos do Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental, a fim de aprimorar a qualidade da formação de discentes e docentes. Os resultados do I e II EDEA foram de significativa importância para a continuidade da construção qualitativa do PPGEA, visto que tanto a comunidade docente quanto a coordenação do Programa, posicionaram-se disponíveis para as reestruturações que permitissem a confluência de compreensões e ações com a complexidade demandada pela crise ambiental vigente.


Na sua última edição, o EDEA ocorreu de 11 a 14 de maio de 2011, no CIDEC-SUL, do Campus Carreiros da FURG. A temática do evento, Semeando Ideias, Colhendo Diálogos foi um convite ao diálogo continuado, que transcenda o espaço universidade para ser colhido no dia-a-dia das relações ambientais. O evento contou com a participação de mais de 400 ouvintes, com apresentações orais de 68 trabalhos e 70 pôsteres, resultando em um livro já publicado e em um livro de anais com mais de 800 páginas, material disponível online.


Como proposta central, destaca-se a discussão dos saberes-fazeres, dos fundamentos da Educação Ambiental e, ao mesmo tempo, do métier, da práxis, da/o educador/a ambiental em constituição. Por isto, a edição de 2011 foi estruturada de forma bastante abrangente. Ao longo destes intensos turnos de atividades, foram aglutinadas inúmeras perspectivas de trabalho e construção do conhecimento que abordam a categoria meio ambiente, desde grupos de geração de trabalho e renda à apresentações musicais. Pode-se dizer que a proposta foi bastante ousada e procurou oportunizar o diálogo entre as diferentes manifestações culturais que contemplem a interação entre os sujeitos e o meio natural, a partir da compreensão do meio ambiente enquanto matriz, buscando o alargamento do espectro de ação do Programa para a construção de uma sociedade sustentável.

Crianças arrecadam 233 toneladas de material reciclável em quatro meses


Em uma semana, crianças arrecadaram 13 toneladas de material reciclável. Depois de quatro meses, elas arrecadaram 233 toneladas.
A coleta foi feita por cerca de doze mil crianças de Bragança Paulista (SP), Votorantim (SP) e São José dos Pinhais (PR), que participam do projeto Olimpíadas de Reciclagem Esquadrão Verde.
A iniciativa é uma gincana educacional que rende, além de educação e conscientização ambiental, pontos na amistosa disputa entre escolas. Podem ainda resultar em melhorias reais nas instituições participantes.
Em cada uma das cidades, participam quatro escolas públicas. A que arrecadar mais ganhará R$ 20 mil para as reformas internas da instituição. Disputas esportivas também fazem parte do circuito olímpico.
O material destinado à reciclagem é entregue a cooperativas. Elas se ocupam de transformar o lixo em objetos do cotidiano e até em quadra poliesportiva feita com recicláveis.
A atividade é realizada pela marca de refrescos em pó Tang e tem o objetivo de estimular o hábito de separar o lixo e fazer a reciclagem.
Fonte: Folha.com
Em uma semana, crianças arrecadaram 13 toneladas de material reciclável. Depois de quatro meses, elas arrecadaram 233 toneladas.  A coleta foi feita por cerca de doze mil crianças de Bragança Paulista (SP), Votorantim (SP) e São José dos Pinhais (PR), que participam do projeto Olimpíadas de Reciclagem Esquadrão Verde.  A iniciativa é uma gincana educacional que rende, além de educação e conscientização ambiental, pontos na amistosa disputa entre escolas. Podem ainda resultar em melhorias reais nas instituições participantes.  Em cada uma das cidades, participam quatro escolas públicas. A que arrecadar mais ganhará R$ 20 mil para as reformas internas da instituição. Disputas esportivas também fazem parte do circuito olímpico.  O material destinado à reciclagem é entregue a cooperativas. Elas se ocupam de transformar o lixo em objetos do cotidiano e até em quadra poliesportiva feita com recicláveis.  A atividade é realizada pela marca de refrescos em pó Tang e tem o objetivo de estimular o hábito de separar o lixo e fazer a reciclagem.
Logo do projeto que incentiva a coleta de lixo