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13/08/2012

Do fogo às lâmpadas sustentáveis, museu mostra a evolução da luz


Basta um clique para acender a luz.
É difícil imaginar a dificuldade que se tinha antigamente para iluminar um lugar. E, para muita gente, é difícil imaginar viver hoje sem luz.
Na pré-história, o homem dependia do fogo para enxergar à noite. Até descobrir como fazer o fogo foi outra longa jornada.
Para entender a evolução da luz e uso dela pelo homem, o Museu da Lâmpada reconta toda essa história.
Divulgação
Museu da Lâmpada
Museu da Lâmpada
Painéis nas paredes contêm desenhos que retratam a relação do homem com a luz na pré-história.
Numa grande sala, o público pode ver modelos originais e réplicas fiéis de lâmpadas das décadas de 1920 e 1930. A mais antiga em exposição é de 1900.
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Museu da Lâmpada
Museu da Lâmpada
Os visitantes descobrem também as características das lâmpadas incandescentes, fluorescentes, halógenas e a vapor até chegar a atual LED, conhecida por consumir menos energia e durar mais.
A sustentabilidade também é tema do museu, que explica os problemas de não descartar corretamente as lâmpadas fluorescentes.
O teto todo iluminado com fibra ótica dá efeito de céu estrelado.
Divulgação
Museu da Lâmpada
Museu da Lâmpada
As visitas acontecem de segunda a sexta e é preciso agendar o passeio pelo telefone ou o site.
O ingresso para entrar é 1kg de alimento não perecível, que será doado a instituições de caridade.
Divulgação
Museu da Lâmpada
Museu da Lâmpada
ANOTE NA AGENDA
Museu da Lâmpada
QUANDO: de segunda a sexta, das 9h às 18h (é necessário agendar a visita pelo telefone ou o site)
ONDE: Museu da Lâmpada (av. João Pedro Cardoso, 574; tel. 0/XX/11/2898-9300)
QUANTO: 1kg de alimento não perecível
Fonte: Folha.com
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Do fogo às lâmpadas sustentáveis, museu mostra a evolução da luz
Do fogo às lâmpadas sustentáveis, museu mostra a evolução da luz

Me diz quantas árvores tens, que direis quão rico és


Nem sempre é fácil identificar a desigualdade de renda. Diversos fatores motivam a distribuição desigual de recursos entre uma população, a exemplo de escolaridade, gênero e raça. Mas o Google Maps fornece uma boa estratégia para descobrir a desigualdade de renda: basta olhar as árvores.
Sim, isso mesmo. As linhas definitivas da desigualdade de renda podem ser visualizadas por satélite apenas com base no número de árvores que o local abriga. É simples: no Rio de Janeiro, por exemplo, a vista do alto da Rocinha é um amontoado de concreto, enquanto na Zona Sul pode respirar o ar puro propiciado pelo verde novamente.
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…Enquanto na favela da Rocinha, só se vê concreto
A correlação entre a quantidade de árvores e a renda em áreas urbanas foi feito pela primeira vez em um estudo de março de 2008. Segundo os pesquisadores, que avaliaram 210 cidades norte-americanas com população superior a 100 mil pessoas, quando aumenta a população de renda média em uma determinada área, a demanda por árvores também aumenta.
Portanto, os bairros mais ricos têm, frequentemente, cobertura arbórea mais densa do que as áreas mais pobres, fazendo com que a árvore vire uma mercadoria de luxo.
Acaso?
Em sua pós-graduação, o jornalista Tim De Chant foi além da teoria da pesquisa e resolveu comprovar a tese através das imagens do Google. Ele encontrou exemplos em cidade no mundo todo: desde o Rio, passando Houston, Chicago e Pequim. Para ele, a relação ente cobertura arbórea e a renda não é meramente ao acaso.
As árvores estariam concentradas nas regiões urbanas mais ricas porque proporcionariam inúmeros benefícios, como a sombra, que reduz os custos de refrigeração no verão. Além disso, as árvores filtram a poluição particulada, diminuindo a incidência de asma e cortando despesas de saúde. Elas também podem reduzir o estresse e tornar as pessoas mais produtivas no trabalho.
Fonte: EcoD
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Me diz quantas árvores tens, que direis quão rico és
Me diz quantas árvores tens, que direis quão rico és

E do casulo fez-se a seda… E da seda fez-se o jeans… sustentável…


Há 25 anos, o então professor de sericicultura (que estuda o bicho da seda), Fábio Serpa Rocha, teve uma ideia que modificaria sua vida: reaproveitar os casulos descartados pela grande indústria, que precisa fazer seda em escala. A partir de então, contratou mão de obra que pudesse ajudá-lo a fazer a seda como antigamente: manualmente, no tear. Deu certo. A empresa dele, “O Casulo Feliz”, produz hoje um jeans sustentável cujo tecido é composto por 50% de seda, 25% de pet e 25% de algodão.
Sediada no Maringá, no Paraná, a fábrica atualmente conta com 70 funcionários, exporta para os Estados Unidos e Europa, além de contar com grandes marcas como clientes, a exemplo de Empório Beraldin, Vivienne Westwood, Osklen, Animale e Cantão. ”Hoje, sou um empresário sustentável, porque trabalho com fibras naturais, tingimento vegetal, coloquei junto a responsabilidade social e a viabilidade econômica”, afirmou o zootecnista ao blog Razão Social, de O Globo.
Segundo Glicínia Seterenaski, designer e diretora da empresa, como o pet esquenta muito no corpo por ser um poliéster, o algodão foi agregado para neutralizar a temperatura do pet e dar mais conforto ao consumidor. “Devido a esse processo, o jeans de seda se torna um produto ambientalmente sustentável. A fibra do pet e do algodão costumam ser dispensadas pela indústria, assim como o casulo que usamos tradicionalmente em nossa produção. É um processo revolucionário tecnologicamente, que dispensa lavanderia e amaciamento.”
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Foto: W. Gravaluz
A empresa exporta para os Estados Unidos e Europa.
“Por não utilizarmos lavanderia e amaciamento, contribuímos ainda mais com o meio ambiente ao não dispensar produtos químicos na natureza e economizar, pelo menos, 80 de litros de água por peça lavada”, ressaltou Glicínia. O jeans de seda é leve, macio, confortável e tem uma característica única: o visual com tons de prata acentuado. Importantes grifes do Brasil e do exterior já demonstraram interesse em adquirir o tecido para usar em suas coleções.
Os casulos rejeitados são levados para a fabricação de seda por meio artesanal. Os funcionários utilizam, manualmente, máquinas de tecelagem, água de poço artesanal, água de captação da chuva, tinturas de folhas (mangas, espinafre, erva-mate), cascas (cerragem de eucalipto, pinhos) e raízes ( cebola, açafrão), sementes (urucum, índigo).
Fonte: EcoD
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Palha da seda fabricada em O Casulo Feliz pelo tecelão Alexandre Heberte - materiais reaproveitados. Foto: Divulgação
Palha da seda fabricada em O Casulo Feliz pelo tecelão Alexandre Heberte – materiais reaproveitados. Foto: Divulgação

Tablet PC é desenvolvido para reduzir impactos ambientais


Batizado de “iameco”, uma alusão à frase “I am Eco” – “Eu sou Ecológico”, em português, um tablet PC foi produzido emoldurado com madeira e projetado para reduzir impactos ambientais causados por aparelhos semelhantes. O equipamento foi desenvolvido pela MicroPro em parceria com o Fraunhofer Institute for Reliability and Microintegration (IZM), da Alemanha. A invenção já ganhou o selo de sustentabilidade da União Europeia, o EU Ecolabel, segundo informações do Terra.
O cientista Alexander Schlösser, do instituto IZM, destacou que o aparelho foi idealizado para ter baixo consumo de energia. “Começa em sua produção e vai até a fase de reciclagem”, ressaltou Schlösser.
Dissipadores de calor, no lugar do sistema convencional de ventilação, possibilitam que o processador superaqueça. Além disso, o processo converte o calor eliminado em mais energia para o tablet. A tela do aparelho também merece destaque por ser iluminada com LED, o que aumenta em 10% a eficiência energética.
O iameco tem emissão de carbono até 70% menor do que um PC desktop durante sua vida útil e 98% de seus componentes podem ser reciclados imediatamente.
Segundo os criadores do aparelho, posteriormente, a modularidade do dispositivo será ampliada para que possa ser reaproveitada na hora de trocar de máquina. Dessa forma não terá necessidade de trocar o equipamento inteiro. Atualmente, a equipe está desenvolvendo um notebook ecológico, também envolvido em uma estrutura de madeira.
Fonte: EcoD
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O tablet foi desenvolvido para ter baixo consumo. Foto: Divulgação
O tablet foi desenvolvido para ter baixo consumo. Foto: Divulgação

Caixa de Pandora se abre no Congresso


A aprovação, no último dia 08, da emenda ao Código Florestal que retira a proteção de rios intermitentescausou espanto em ambientalistas e até em setores do próprio governo, que, acuado, se aticulou para conseguir suspender a sessão marcada para a manhã dessa quinta-feira, prevista para continuar a votação dos destaques. Especialistas, entretanto, não poupam críticas à atitude da presidente Dilma Rousseff durante o processo, e responsabiliza seu governo por ter deixado o embate chegar a esse ponto.
Segundo comentário de hoje de Sérgio Abranches na Rádio CBN, 90% das emendas apresentadas à Medida Provisória da presidente Dilma são absurdas.  “Nenhuma delas tem fundamentação técnica. Mas tudo isso deriva de um erro político grave do governo, que deixou o projeto de mudança do Código Florestal prosperar, contra a opinião da comunidade científica inteira, contra a opinião de órgãos técnicos do governo, como a Agência Nacional de Águas (ANA). Um projeto contrário à política ambiental do governo, e que fere a Constituição.”
Abranches afirma que a presidente optou por não se mobilizar ou mobilizar sua base aliada para bloquear um projeto “absolutamente inaceitável”. Assim sendo, ele prosperou e foi aprovado. Segundo ele, provavelmente a estratégia do governo agora será a de fazer com que a Medida Provisória perca seu prazo.
Para o cientista político, a emenda aprovada ontem, não tem nenhuma base técnica. “Qualquer rio pode se tornar intermitente diante da erosão, do desmatamento e da mudança climática. Ela desprotege nesse momento metade dos rios brasileiros, mas tecnicamente deprotege todos os rios brasileiros. Parte desses rios alimentam vários dos rios chamados perenes (que não reduzem inteiramente seu fluxo durante a seca). É uma medida muito ruim, que evidentemente tem que ser bloqueada. Mas é esperado coisa muito pior. Aquilo ali é uma Caixa de Pandora, dali só sai monstro”, disse ele.
Tão inaceitável quanto, para Abranches, é a atitude do governo. Ele afirma que foram tomadas persistentemente decisões contraditórias. “O governo assume compromissos públicos internacionais com a sustentabilidade, mas nao faz valer seus compromissos internamente. Parece que existem dois governos. Um, que tenta fazer uma coisa direito, ambiental, sustentável. E outro que tenta desfazer a sustentabilidade, a política ambiental. O governo tem que tomar uma atitude, tomar um rumo. E o único rumo possível nesse estágio do século XXI é a favor da sustentabilidade.”
E sustentabilidade quer dizer também desmatamento zero. É um pouco tarde para o governo perceber o tamanho do estrago feito no Código Florestal, por isso agora ficam pelos cantos chorando as pitangas, os maracujás, os jacarandás perdidos. Mas ainda resta solução. A lei de iniciativa popular para zerar a devastação florestal no Brasil é uma resposta àqueles que não concordam com a posição omissa da presidente, conivente com a bancada do agronegócio, e querem um Brasil verde.
Fonte: Greenpeace
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Emenda aprovada pode deproteger todos os rios brasileiros, uma vez que qualquer rio pode se tornar intermitente diante da erosão, do desmatamento e da mudança climática. (© Daniel Beltrá / Greenpeace)
Emenda aprovada pode deproteger todos os rios brasileiros, uma vez que qualquer rio pode se tornar intermitente diante da erosão, do desmatamento e da mudança climática. (© Daniel Beltrá / Greenpeace)

07/08/2012

V CPEASul Colóquio de Pesquisadores em Educação Ambiental da Região Sul

IV Encontro e Diálogos com a Educação Ambiental

http://cpeasul.blogspot.com.br/


Apresentação


Com esta edição conjunta do V Colóquio de Pesquisadores em Educação Ambiental da Região Sul (V CPEASul) e do IV Encontro e Diálogos com a Educação Ambiental (IV EDEA), na cidade de Rio Grande/RS, pretendemos contribuir para a integração e desenvolvimento de diferentes saberes e práticas de pesquisadores que compõem a Educação Ambiental enquanto campo do conhecimento. Nesta edição do evento objetivamos congregar pesquisadores atuantes em instituições do Sul e de outras regiões do Brasil, bem como pesquisadores provenientes de países próximos às nossas fronteiras políticas meridionais, tais como o Uruguai, a Argentina e o Chile. O evento integrado V CPEASul / IV EDEA constitui-se na perspectiva de consolidarmos o campo da Educação Ambiental como mobilizador para a construção de uma sociedade justa e sustentável, por meio da proposição de integrar diferentes olhares e vozes que compõem o polifônico coro da educação ambiental na busca de estratégias para o enfrentamento da crise socioambiental contemporânea.

CONSTITUIÇÃO DE GRUPOS DE TRABALHO EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A constituição de diferentes Grupos de Trabalho (GTs) visa a análise, a discussão e a proposição documentada acerca de problemáticas específicas da Educação Ambiental no Brasil e no mundo, a partir da constituição de espaços integradores de diferentes pesquisadores e pesquisadoras por área de interesse. Esta atividade será desenvolvida em torno de cinco eixos. São eles:
   
1) Fundamentos Filosóficos e Epistemológicos da EA.
O conceito de epistemologia aqui referido sugere que a Educação Ambiental é uma ciência e, como tal, deve ser investigada também sob o ponto de vista científico, ou seja, em seu processo de gênese, de formação e de organização. Isso inclui a preocupação com os seguintes elementos: a investigação e validação do seu desenvolvimento a partir de uma teoria geral do conhecimento (de natureza filosófica), ou seja, empirismo, racionalismo, etc.
Em última análise, a abordagem acerca dos fundamentos filosóficos e epistemológicos da EA consiste em estabelecer se o conhecimento produzido e/ou em processo de produção será reduzido a um puro registro, pelo sujeito, dos dados já anteriormente organizados independente dele com o mundo exterior, ou se o sujeito poderá intervir ativamente no conhecimento dos diferentes objetos de investigação da EA.

2) Problemáticas Emergentes em EA
As discussões em torno da EA têm sido ampliadas para novas questões e temáticas, tais como corpo, saúde, religião, redes sociais, energia e mobilidade urbana, relação cultura-natureza, relação humanos/não humanos, processos socioespaciais, dentre outros. Os mesmos envolvem a situação existencial de diversos grupos humanos, conflitos cartográficos, minorias étnicas ou raciais, grupos de interesse urbano, universo de práticas e representações. Na medida em que ocorrem processos que nos colocam em novas instâncias teórico-espistemológicas a partir da configuração de novos problemas, este  GT propõe refletir acerca do contexto atual e da possibilidade dos mais diversos diálogos entre a questão ambiental e as práticas educativas, destacando o caráter polifônico desta articulação, na configuração de novas perspectivas acadêmicas e de processos sociais, bem como formas de produção, transmissão  e distribuição de saberes.

3) Modelos de Desenvolvimento, Impactos Ambientais e Sociais e EA.
Este GT do CPEASUL busca debater os modelos de desenvolvimento incluindo o paradigma da sustentabilidade, enquanto modelo de planejamento alternativo ou ideologia mitologizada. O respectivo GT também procura refletir criticamente sobre os impactos ambientais e sociais gerados por estas escolhas de desenvolvimento, especialmente no capitalismo, com suas múltiplas dimensões e implicações socioambientais. Para enfim, propiciar um debate acerca da influência e importância da Educação Ambiental nos caminhos para atribuir ao paradigma do desenvolvimento ou seu mito, um tratamento adequado no que tange a compreensão da Educação Ambiental como um dos elos da transformação societária rumo à justiça social e ambiental.

4)A constituição de educadores e educadoras ambientais.
Como se constituem os educadores e educadoras ambientais?  Quais suas práticas e trajetórias? Quais suas visões de mundo? Este eixo propõe uma reflexão sobre a formação inicial e continuada de educadores e educadoras ambientais, abordando as questões políticas, éticas, históricas, entre outras, implicadas no processo. Serão considerados os múltiplos espaços e tempos, as culturas, as trajetórias e os saberes envolvidos nesse processo. Intenciona, ainda, discutir sobre o papel desses atores/autores como protagonistas de espaços educadores sustentáveis, no contexto da educação brasileira.

5)Movimentos Sociais e EA.
As relações sociais e a re-produção da sociedade estão perpassados por conflitos decorrentes da apropriação desigual por parte dos diferentes grupos e classes da riqueza produzida, dos territórios e dos espaços de "poder" sob/sobre uma determinada materialidade, na qual a natureza/meio ambiente é parte fundamental. Diríamos ainda que a própria percepção ou a compreensão destas relações e do que está no centro dos conflitos fazem parte do debate social, político, teórico e acadêmico. Sendo assim, neste eixo buscaremos aprofundar esta discussão visando socializar estudos, pesquisas, teorias bem como casos concretos sobre a relação dos movimentos sociais com a educação ambiental e vice-versa.

Programação


- Programação sujeita a alterações;
- Ao longo dos três dias, atividades culturais em simultâneo;
- Sábado: saída de campo para a Ilha dos Marinheiros
(mediante inscrição junto ao credenciamento).

Clique na imagem para ampliar:




Ambiental Sustentável


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