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01/02/2012

Brasil diminui desigualdade social, aponta relatório da ONU

O Brasil foi lembrado no novo relatório Pessoas Resilientes, Planeta Resiliente, preparado pelo Painel de Alto Nível sobre Sustentabilidade Global das Nações Unidas, em razão da queda nos índices de desigualdade. A plataforma, que teve entre seus integrantes a ministra do Meio Ambiente brasileira, Izabella Teixeira, destaca também que o país reduziu o desmatamento e apresentou bons índices de energia limpa.
O relatório do Painel de Alto Nível é uma preparação para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que será realizada em junho, no Brasil, duas décadas depois da Rio-92 (também conhecida como Eco-92 ou Cúpula da Terra).
Enquanto a desigualdade entre ricos e pobres aumentou na maioria dos países, o Brasil, junto com a Turquia, foi lembrado pelas Nações Unidas como país que seguiu caminhos contrários a essa tendência nos últimos dez anos.
A nação, assim como a Indonésia, também foi elogiada pela “redução substancial” dos índices de perdas de vegetação. Quanto a energia, a ONU observou o rápido progresso de fontes renováveis no Brasil, que corresponde a mais de 80% de sua fonte de energia.
O relatório ressalta que o Brasil, por meio do programa federal Bolsa Verde, planeja beneficiar cerca de 73 mil famílias de extrema pobreza que se comprometem com a conservação ambiental. A iniciativa inclui pagamentos trimestrais, capacitação de manejo florestal e está inserida no Plano Brasil Sem Miséria.
Alguns dos dados mundiais preocupantes do relatório são: a inflação nos preços dos alimentos; o aumento em 20 milhões de pessoas que passam fome; o desmatamento médio anual de 5,2 milhões de hectares no mundo; e o crescimento de 38% da emissão anual de gás carbônico entre 1990 e 2009. Além disso, 884 milhões de pessoas ainda não têm acesso à água e 2,6 bilhões estão sem serviços de saneamento básico.
Copresidido pelo presidente finlandês Tarja Halonen e pelo presidente sul-africano Jacob Zuma, o Painel lançou seu relatório final com 56 recomendações para colocar em prática o desenvolvimento sustentável e integrá-lo às políticas econômicas o mais rápido possível.
Entre os 22 membros do Painel de Alto Nível sobre Sustentabilidade Global estão chefes e ex-chefes de Estado, ministros e representantes do setor privado e da sociedade civil.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, ao receber o relatório do Painel, reforçou que o desenvolvimento sustentável é uma prioridade para seu segundo mandato. “Precisamos traçar um novo rumo, mais sustentável para o futuro, que fortalece a igualdade e o crescimento econômico ao mesmo tempo em que protege o nosso planeta”.
* Publicado originalmente no site da ONU Brasil e retirado do site EcoD.
Fonte: Envolverde

Desenvolvimento sustentável: crítica ao modelo padrão

Os documentos oficiais da ONU e também o atual rascunho para a Rio+20 encamparam o modelo padrão de desenvolvimento sustentável: deve ser economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correto. É o famoso tripé chamado de Triple Botton Line(a linha das três pilastras), criado em 1990 pelo britânico John Elkington, fundador da ONG SustainAbility. Este modelo não resiste a uma crítica séria.
Desenvolvimento economicamente viável – Na linguagem política dos governos e das empresas, desenvolvimento equivale ao Produto Interno Bruto (PIB). Ai da empresa e do país que não ostentem taxas positivas de crescimento anuais! Entram em crise ou em recessão com consequente diminuição do consumo e geração de desemprego. No mundo dos negócios, o negócio é ganhar dinheiro, com o menor investimento possível, com a máxima rentabilidade possível, com a concorrência mais forte possível e no menor tempo possível.
Quando falamos aqui de desenvolvimento não é qualquer um, mas o realmente existente que é aquele industrialista/capitalista/consumista. Este é antropocêntrico, contraditório e equivocado. Explico-me.
É antropocêntrico, pois está centrado somente no ser humano, como se não existisse a comunidade de vida (flora e fauna e outros organismos vivos), que também precisa da biosfera e demanda igualmente sustentabilidade. É contraditório, pois desenvolvimento e sustentabilidade obedecem a lógicas que se contrapõem. O desenvolvimento realmente existente é linear, crescente, explora a natureza e privilegia a acumulação privada. É a economia política de viés capitalista. A categoria sustentabilidade, ao contrário, provém das ciências da vida e da ecologia, cuja lógica é circular e includente. Representa a tendência dos ecossisstemas ao equilíbrio dinâmico, à interdependência e à cooperação de todos com todos. Como se depreende, são lógicas que se autonegam: uma privilegia o indivíduo, a outra o coletivo, uma enfatiza a competição, a outra a cooperação, uma a evolução do mais apto, a outra a coevolução de todos interconectados.
É equivocado, porque alega que a pobreza é causa da degradação ecológica. Portanto, quanto menos pobreza, mais desenvolvimento sustentável haveria e menos degradação, o que é equivocado. Analisando, porém, criticamente, as causas reais da pobreza e da degradação da natureza, vê-se que resultam, não exclusiva, mas principalmente, do tipo de desenvolvimento praticado. É ele que produz degradação, pois dilapida a natureza, paga baixos salários e gera assim pobreza.
A expressão desenvolvimento sustentável representa uma armadilha do sistema imperante: assume os termos da ecologia (sustentabilidade) para esvaziá-los. Assume o ideal da economia (crescimento), mascarando a pobreza que ele mesmo produz.
Socialmente justo – Se há uma coisa que o atual desenvolvimento industrial/capitalista não pode dizer de si mesmo é que seja socialmente justo. Se assim fosse não haveria 1,4 bilhão de famintos no mundo e a maioria das nações na pobreza. Fiquemos apenas com o caso do Brasil. O Atlas Social do Brasil de 2010 (Ipea) refere que cinco mil famílias controlam 46% do PIB. O governo repassa anualmente R$ 125 bilhões para o sistema financeiro para pagar com juros os empréstimos feitos e aplica apenas R$ 40 bilhões para os programas sociais que beneficiam as grandes maiorias pobres. Tudo isto denuncia a falsidade da retórica de um desenvolvimento socialmente justo, impossível dentro do atual paradigma econômico.
Ambientalmente correto – O atual tipo de desenvolvimento se faz movendo uma guerra irrefreável contra Gaia, arrancando dela tudo o que lhe for útil e objeto de lucro, especialmente para aquelas minorias que controlam o processo. Em menos de quarenta anos, segundo o Índice Planeta Vivo da ONU (2010), a biodiversidade global sofreu uma queda de 30%. Apenas de 1998 para cá, houve um salto de 35% nas emissões de gases de efeito estufa. Ao invés de falarmos nos limites do crescimento, melhor faríamos se falássemos nos limites da agressão à Terra.
Em conclusão, o modelo padrão de desenvolvimento que se quer sustentável, é retórico. Aqui e acolá se verificam avanços na produção de baixo carbono, na utilização de energias alternativas, no reflorestamento de regiões degradadas e na criação de melhores sumidouros de dejetos. Mas reparemos bem: tudo é realizado desde que não se afetem os lucros, nem se enfraqueça a competição. Aqui a utilização da expressão “desenvolvimento sustentável” possui uma significação política importante: representa uma maneira hábil de desviar a atenção para a mudança necessária de paradigma econômico se quisermos uma real sustentabilidade. Dentro do atual, a sustentabilidade é, ou localizada, ou inexistente.
* Leonardo Boff é autor do livro Sustentabilidade: o que é e o que não é, a ser lançado em fins de janeiro de 2012 pela Editora Vozes.
Fonte: Envolverde

De olho no Rio de Janeiro

A Conferência do Rio+20 será a oportunidade para chegar a acordos que evitem passar o limite, sem volta, do uso sustentável dos recursos naturais.
Após as negociações de dezembro sobre mudança climática em Durban, na África do Sul, há espaço para seguir avançando no curto e médio prazos. Agora, a atenção da América Latina e do mundo está voltada para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), em junho, no Rio de Janeiro. Em Durban os delegados de 194 países assentaram as bases para desenvolver um compromisso global para 2015, com validade jurídica em 2020.
Durban também deu origem a acordos substanciais em outras duas áreas críticas para o progresso na luta contra a mudança climática: um novo período de compromisso de execução do Protocolo de Kyoto e passos específicos para a formação do Fundo Verde do Clima. Naquela ocasião houve maior atenção para as medidas combinadas de mitigação e adaptação à mudança climática na agricultura, bem como progresso nas discussões técnicas sobre programas de proteção de florestas no contexto do clima.
A comunidade internacional também reconheceu na África do Sul a urgente necessidade de fazer mais para reduzir as emissões de gases-estufa, manter o aumento da temperatura média abaixo dos dois graus e ajudar os países em desenvolvimento a adaptarem-se aos efeitos inevitáveis da mudança climática.
Em junho, no Rio de Janeiro, será analisada a proteção do meio ambiente como parte do processo de desenvolvimento. Esta cúpula acontecerá duas décadas depois que, em uma reunião semelhante, os países se comprometeram com o conceito de desenvolvimento sustentável como a única maneira para construir uma humanidade mais justa e viável. Isto inclui as dimensões relacionadas com saúde, moradia, contaminação do ar, gestão dos mares, florestas e montanhas, desertificação, gestão dos recursos hídricos e saneamento, e a gestão de resíduos.
O mundo aproxima-se de maneira perigosa do limite do uso de recursos naturais de maneira sustentável e podemos chegar a um ponto a partir do qual não haja retorno. Estes temas têm impacto na qualidade de vida e na luta que ainda se deve travar contra a pobreza e a desigualdade, sobretudo na América Latina e no Caribe. Apesar de a América Latina produzir energia de maneira relativamente limpa na maioria de seus países, e proporcionalmente contribuir substancialmente menos do que outras regiões para a mudança climática, é uma das zonas mais afetadas por suas consequências.
Nesse sentido, vários países da região demonstraram, com o exemplo próprio, grande liderança para ser parte da solução global que deve levar o mundo para um caminho de desenvolvimento com baixa emissão de carbono. O Brasil já se comprometeu por si só com alguns ambiciosos objetivos voluntários para reduzir suas emissões em 39% até 2020. Outros países latino-americanos também assumiram promessas voluntárias, entre eles, Chile, Colômbia, Costa Rica e México.
Em nível mundial, 90 países registraram seus planos de mitigação até 2020 com a Convenção Marco das Nações Unidas sobre a Mudança Climática, 78 dos quais em vias de desenvolvimento. Segundo o estudo do Banco Mundial “Desenvolvimento com menos carbono: respostas latino-americanas ao desafio da mudança climática”, a América Latina produz apenas 6% das emissões mundiais de gases-estufa no setor energético, e 13% se forem considerados o desmatamento e a agricultura.
Entretanto, se prevê que esta situação mude nos próximos 25 anos na medida em que se expandam os setores de transporte e indústria. Por exemplo, mantidas as tendências atuais, projeta-se que as emissões de dióxido de carbono (CO²), derivadas do consumo de energia, aumentarão na região, até 2030, em 33% por pessoa, superior à média mundial de 24%. Estas tendências representam um desafio para a América Latina, em sua busca por um desenvolvimento sustentável de crescimento mais verde e equitativo.
Muitas das medidas que podem ser consideradas no caminho para o crescimento econômico verde têm importantes benefícios ambientais e sociais locais. Maior eficiência energética frequentemente economiza dinheiro; menor desmatamento e melhor manejo dos recursos florestais têm benefícios sociais e ambientais; melhor transporte público pode reduzir o congestionamento e a contaminação local, e ter um efeito benéfico para a saúde, a produtividade e a qualidade de vida.
A próxima década trará grandes oportunidades para a sinergia entre sustentabilidade ambiental e econômica. Por exemplo, os países em desenvolvimento podem adotar uma atitude “verde” em seus novos investimentos em infraestrutura e, ainda, podem desenvolver a agricultura e outros recursos naturais para melhorar os meios de subsistência, gerar empregos e reduzir a pobreza.
O acordo de Durban representa um passo adiante, mas estão previstas duras negociações nos próximos anos para alcançar um acordo global. Contudo, deve-se avançar na execução de programas com benefícios locais e globais, projetos que demonstrem a melhor maneira de se adaptar às mudanças climáticas do futuro e aos desastres climáticos de hoje, e nas inovações tanto tecnológicas quanto institucionais que permitem um crescimento verde e inclusivo.
* Ede Ijjasz-Vásquez é diretor de desenvolvimento sustentável para América Latina e Caribe do Banco Mundial.
Artigo produzido para o Terramérica, projeto de comunicação dos Programas das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e para o Desenvolvimento (Pnud), realizado pela Inter Press Service (IPS) e distribuído pela Agência Envolverde.
Fonte: Envolverde

Vazou de novo

Voluntários limpam a praia de Papamoa, na Nova Zelândia, após vazamento de óleo de navio petroleiro em outubro de 2011 (© Dean Sewell / Oculi / Greenpeace)
Um vazamento de cerca de 160 barris de petróleo foi detectado na bacia de Santos, nesta terça-feira, em um poço na camada pré-sal perfurado pela Petrobras. A estatal informou que houve um rompimento na coluna de produção do poço, ou seja, no duto perfurado na rocha por onde o óleo flui até a superfície.
A companhia, que realiza um teste de produção com um navio-plataforma na região, afirma que não há possibilidade do petróleo chegar à costa brasileira e que o poço foi fechado para evitar que mais óleo contamine as águas. Um plano de emergência para recolher o petróleo no mar e o óleo residual da parte superior da coluna de produção.
As causas do acidente serão investigadas assim como as do vazamento em Tramandaí (RS) que ocorreu na quinta-feira (26/01) da semana passada cujo laudo deve sair em 30 dias. O acidente no litoral gaúcho aconteceu quando o óleo de um navio era descarregado para um sistema de dutos próximo à costa. A companhia responsável, a Transpetro, subsidiária da Petrobras, criou uma comissão interna para apurar as circunstâncias do vazamento que atingiu três quilômetros da orla do município.
O tema da exploração de petróleo na camada pré-sal é cada vez mais delicado devido a tantos acidentes na costa brasileira. Há menos de três meses, o incidente com a Chevron no campo do Frade, na bacia de Campos, deixou vazar 2.400 barris de óleo devido a uma forte pressão que surgiu no poço quando o equipamento de perfuração atingiu o reservatório de petróleo. O óleo vazou por uma rachadura na parede do poço até o leito marinho, chegando depois à superfície, mesmo com o equipamento de segurança tendo sido acionado
Fonte: Greenpeace

Europa na vanguarda do clima

Em protesto de agosto passado, Greenpeace Alemanha passou o recado ao governo: "Não salve apenas os bancos, salve o clima também" (© Mike Schmidt / Greenpeace)
Num movimento à moda avant-garde, a Comissão Europeia tomou a dianteira nos debates sobre o clima e apresentou, nesta segunda-feira, algumas definições de como a Europa pode aumentar a sua eficiência climática. Em um documento foi consolidada uma série de propostas para reduzir as emissões de carbono até 2020.
No texto, a Comissão oferece alguns caminhos e opções para reduzir as emissões europeias de 20 a 30% e, ao mesmo tempo, resgatar o deficiente mercado de carbono da Europa. A proposta também sugere formas de tornar mais simples para países do centro e do leste europeu o aperfeiçoamento de suas indústrias de produção intensiva de carbono.
O Greenpeace parabenizou as propostas da Comissão, que podem levar a uma nova onda de investimentos verdes e fortalecer economias europeias salvando uma média de 20 bilhões de euros por ano, entre 2016 e 2020, em custos de combustíveis. O Greenpeace acredita que o apoio às ações climáticas da Europa central e do leste é essencial se o continente como um todo quer re-energizar sua luta contra as mudanças do clima.
“No ano passado vimos grandes inundações e incêndios florestais punirem vidas e custarem centenas de bilhões de euros aos cofres públicos. A Europa não pode continuar inerte sendo um fácil alvo climático. Ela precisa avançar e o movimento de hoje pode ser a chave para isso. Esta também é uma oportunidade para cortar os nocivos custos de combustível que minam a nossa força econômica”, disse o conselheiro de política climática do Greenpeace Europa, Joris den Blanken.
Segundo ele, regatar o mercado de carbono europeu vai incentivar os investimentos em energia limpa e outras tecnologias sustentáveis. Os ministros do Meio Ambiente da Europa irão discutir o plano climático no dia 9 de março.
Fonte: Greenpeace

Após vazamento de óleo, ANP fará vistoria em plataforma da Petrobras

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou, no final da tarde desta terça-feira (31) que fará uma vistoria, a partir desta quarta, do navio-plataforma FPWSO Dynamic Producer, da Petrobras, onde o rompimento de um equipamento teria causado, segundo estimativa oficial da petroleira, o vazamento de cerca de 160 barris de petróleo.
“A ANP já designou uma equipe de investigação para a apuração do acidente, que está se deslocando para o local, e fará vistoria a bordo da plataforma a partir de amanhã (01/02)”. Segundo a agência, não há indicativo de que o óleo possa atingir a costa, e as ações para conter a mancha estão em andamento. 
Mais cedo, a Petrobras informou que fechou um poço após detectar, por volta das 8h30, um rompimento na coluna de produção do navio-plataforma, que está localizado na Bacia de Santos, a cerca de 300 quilômetros da costa do estado de São Paulo, na direção de Ilhabela, a uma profundidade de 2.140 metros.
De acordo com nota, o navio-plataforma produzia óleo para o Teste de Longa Duração (TLD) na área de Carioca Nordeste, no pré-sal da Bacia de Santos. Em mapa divulgado pela estatal (veja abaixo), a região do poço onde ocorreu o acidente aparece localizada a 275 km da costa paulista.
 
“Uma estimativa preliminar aponta a possibilidade de terem vazado 160 barris de petróleo. Não há possibilidade do petróleo chegar à costa brasileira”, informou a estatal em nota. Ainda de acordo com a empresa, o sistema de segurança fechou automaticamente o poço após o rompimento. “O poço encontra-se fechado e em condições seguras”.
Segundo o comunicado, as causas do acidente estão sendo investigadas e a empresa já comunicou o fato à Marinha do Brasil, ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) e à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Por telefone, o G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da ANP, da Marinha e do Ibama e aguarda retorno.
 ”O poço encontrava-se em produção com um sistema de monitoramento e registro contínuo”, informou nota.
“A Petrobras acionou imediatamente o seu Plano de Emergência. Foram mobilizados todos os recursos necessários para o recolhimento do petróleo no mar e do petróleo residual da parte superior da coluna”, informou a empresa.
Em novembro do ano passado, um incidente ocorrido durante a perfuração de um poço de petróleo pela petroleira Chevron resultou no vazamento de aproximadamente 2.400 barris de petróleo no campo de Frade, na bacia de Campos.
Fonte: G1

Investimentos do Google em energia limpa beiram a marca de US$ 1 bilhão

Os investimentos do Google no setor de energia limpa cresceram ainda mais. O gigante das buscas anunciou que investirá outros US$ 94 milhões em um montante que chegou próximo de US$ 1 bilhão.
Este novo investimento do Google será em quatro projetos de captação de energia por painéis solares, construídos pela empresa Recurrent Energy e que serão instalados próximos da cidade californiana de Sacramento, nos Estados Unidos. Com este último cheque assinado, o gigante das buscas soma mais de US$ 915 milhões em investimentos em energias verdes.
Além de investir em empresas terceiras, o Google desativou seu próprio polo de pesquisas para produção de energia limpa, o que melhora a conta no final do mês para a empresa.
Outras cifras destes investimentos incluem uma empresa de captação de energia com painéis solares instalados em telhados, chamada Solar City, com US$ 280 milhões, além de outras empresas similares com valores de US$ 75 milhões. Há também investimentos em moinhos de vento, na maior fazenda destinada a energia eólica do mundo, no estado americano de Oregon, com o valor de US$ 100 milhões.
Fonte: Tech Tudo
Enviada pelo Colaborador Especial Orlando Fiscina (mailto:orlandofiscina@gmail.com)
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Investimentos do Google em energia limpa beiram a marca de US$ 1 bilhão